Gostei
Do discurso de Francisco Louçã: rigoroso, cirúrgico, oportuno, preciso, crítico e profundo.
A páginas tantas, afirmou:
Quanto mais acima, mais se valoriza a falta de mérito.
Quanto mais abaixo, menos se valoriza o mérito"
Reflectiu sobre o dramático endividamento das famílias portuguesas, que as torna reféns de bancos e de empresários (leia-se o que escrevi sobre os condicionalismos a uma proposta de greve geral).
Citou Proust:
Assim muda a figura das coisas deste mundo.
E - nota muito pessoal - continua com as mãos lindas de há pouco mais que trinta anos, quando era um rapazinho do liceu.
Notas biográficas:
Francisco Louçã (n.1956)
Professor de economia no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Preso na Capela do Rato em 1972 durante um protesto contra a guerra colonial, foi posteriormente libertado de Caxias sob caução. Eleito deputado por Lisboa em 1999, reeleito em 2002 e em 2005. Director da revista Combate, tem assinado regularmente na imprensa portuguesa artigos de análise política e tem já uma vasta obra publicada de onde se destaca "Ensaio para uma revolução" (1984) "Herança tricolor" (1989) e "A maldição de Midas" (1994) .
Professor de economia no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Preso na Capela do Rato em 1972 durante um protesto contra a guerra colonial, foi posteriormente libertado de Caxias sob caução. Eleito deputado por Lisboa em 1999, reeleito em 2002 e em 2005. Director da revista Combate, tem assinado regularmente na imprensa portuguesa artigos de análise política e tem já uma vasta obra publicada de onde se destaca "Ensaio para uma revolução" (1984) "Herança tricolor" (1989) e "A maldição de Midas" (1994) .
Tem menos 4 anos, quase cinco, que eu.
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