sexta-feira, novembro 30, 2007



"O pessimismo é um hábito enraizado que tem consequências devastadoras e nefastas: humor depressivo, resignação, insucesso e, surpreendentemente, falta de saúde”.
Seligman, 1996

4 comentários:

aj disse...

"A falta de saúde é um azar genético que tem consequências devastadoras e nefastas: humor depressivo, resignação, insucesso e, naturalmente, pessimismo."
António, 2007

Paideia disse...

Este António é o das caricaturas?

Pois é.
É um bocadinho mais velho que eu.

A genética pode ser nefasta...

aj disse...

Não, Idalina, não sou o das caricaturas. Ele há tanto António...
Sou apenas um humilde António que gosta do seu blogue e estranhou o tom azedo da sua resposta.
Com o meu comentário apenas quis dizer que este tipo de frases podem ser reversíveis: é o pessimismo que nos tira a saúde ou é a falta desta que nos torna pessimistas? Ou, dito de outro modo, o optimismo não será, à semelhança da cor dos olhos, uma característica geneticamente determinada? Parece-me que é nesse sentido que aponta a psicologia experimental.
Não sou eu que sou determinista - as coisas é que são o que são...
Já agora: tenho 42 e sou um incorrigível optimista. Mas a verdade é que estou com uma dor de dentes!
Um abraço, Idalina.
(E por favor continue com o seu interessante blogue)

Paideia disse...

Perdoe, António, se o tom lhe pareceu azedo, mas de facto nunca poderia ser, por um motivo essencial: o António das caricaturas é meu amigo desde a juventude e é MESMO um bocadinho mais velho que eu...
:)

As melhoras.