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segunda-feira, abril 14, 2008

O Sr. Secretário de Estado diz que acabou a situação de conflito entre o Ministério da Educação e os professores. Será?

A maioria de nós gostaria que assim fosse. É verdade que a tensão diminuiu, duvido é que a situação conflitual não venha a subir de tom dentro de alguns meses.

Algo de muito interessante e novo - pelo menos entre os professores portugueses - está em cima da mesa: a indignação dos professores extravasou o âmbito sindical. No processo, geraram-se dinâmicas próprias que ressurgirão se as pessoas não ficarem satisfeitas com as estratégias sindicais: os sinais disso são evidentes.

A conjuntura é favorável à continuação do processo reivindicativo. Eventualmente, esse processo acabará por se centrar numa luta por uma avaliação de desempenho menos burocrática e menos consumidora de energias.

A dinâmica dirá até onde há coesão, mas não creio que o conflito tenha acabado: está apenas em banho-maria.

domingo, abril 13, 2008


Até que enfim, alguma tranquilidade...
Não se pode dizer que possamos, de todo, descansar e que o que se avizinha seja fácil. Contudo, o facto de se ter chegado a um entendimento em matéria de quem e como vai ser avaliado é já um bom começo de conversa. É verdade que as Escolas estavam em estádios diferentes em matéria de avaliação de desempenho; mas é igualmente verdade que, na maioria das situações, o "avanço" de algumas Escolas se fez à míngua de diálogo e de participação, gerando um sem número de conflitos de toda a ordem. Nesta situação, não se trata de nivelar por baixo, mas de clarificar regras e procedimentos, de modo a diminuir os focos de conflito e a introduzir alguma paz social que não se vivia há anos.
Não se trata, portanto, de clamar por vitórias e por derrotas, mas, tão só, de suspirar de algum alívio momentâneo. Para as posições mais extremas tratar-se-á de contar mortos e feriods; para a grande maioria, trata-se agora de nos reorganizarmos para conseguirmos um modelo de avaliação de desempenho mais justo, menos burocrático, menos consumidor de energias.
Alguns continuam a falar de injustiças, porque há titulares a serem avaliados por não titulares. Mas também há professores com competências informáticas a serem avaliados por outros mais ignorantes na matéria; assim como há professores bastante competentes em diferenciação da aprendizagem a serem avaliados por outros que o não serão tanto; ou professores mais qualificados em matéria de currículo e/ou de avaliação a serem avaliados por outros que o serão menos.
A vida é mesmo assim: não há regimes perfeitos. Há equilíbrios possíveis.

sábado, abril 05, 2008

Conclusões da Reunião Plenária do CCAP de 14 de Março



  • Abanar o pescoço e fazer tocar o badalo da subserviência carreirista:

Aprovou as “Recomendações sobre a elaboração e aprovação pelos Conselhos
Pedagógicos de instrumentos de registo normalizados, previstos no DR 2/2008”,
formuladas pela Presidente em 25 de Janeiro de 2008.

  • Melhor que isto, só Pilatos, ele próprio:

O Conselho considerou, ainda, que a credibilidade e a eficácia de um modelo de
avaliação de desempenho – que tem como finalidades principais o desenvolvimento profissional dos docentes e a melhoria das aprendizagens dos alunos – requerem
tempo e reflexão, de modo a permitir a desejável apropriação e participação por parte de avaliadores e avaliados.

Mais um motivo de instabilidade:


ACÓRDÃO Nº 184/2008 do Tribunal Constitucional,12 de Março de 2008


Uma decisão que põe em causa a legalidade do concurso para professor titular


Assim sendo, ao introduzir tal diferença [excluir do universo de docentes que podem ser opositores ao concurso para acesso para professores titulares aqueles que se encontrem em situação de dispensa total ou parcial da componente lectiva – o que, como já vimos, abrange as situações existentes até 2007] no regime do irrepetível concurso de recrutamento transitório o legislador lesa o direito consagrado no nº 2 do artigo 47º. O bem jusfundamental que aqui se protege – e que é precisamente o da igualdade na promoção da carreira – é negativamente afectado pela exclusão [nas candidaturas ao concurso] operada pelo nº 5, alínea c) do artigo 15º do Decreto-Lei nº 15/2007, sendo tal afectação negativa desproporcionada, porque excessiva face a quaisquer outros bens ou interesses que, através dela, se quisessem prosseguir.


Assim, o Tribunal Constitucional decidiu:


c) Declarar a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, da norma contida no artigo, 15.º n.º 5, alínea c) do referido Decreto-Lei n.º 15/2007, por violação do nº 2 do artigo 47.º da Constituição.



Quanto às outras decisões decorrentes do pedido de inconstitucionalidade apresentado por um grupo de vinte e cinco Deputados à Assembleia da República, pode consultá-las no referido acórdão e apreciar para cada um dos pedidos, as declarações de voto do dos diversos juízes intervenientes, que demonstram a controvérsia que os assuntos em apreço suscitam.


Estarão a querer dar connosco em doidos?...

Ou terão que fazer um concurso especial para os professores que, afectados pela cláusula de exclusão, não puderam concorrer ao primeiro?

sexta-feira, março 28, 2008

Do Público

Mais professores querem trocar a sala de aula pela reforma antecipada

Pois é. Também tenho pensado nisso; vão-se perder os melhores, os mais experientes, os mais criativos, os mais capazes de dar a volta à sua vida.

Mas também vão surgir oportunidades para os mais novos. Aliás, a forcinha para sairmos é evidente: dois pelo preço de um, tendencialmente não sindicalizados, vulneráveis, moldáveis, enfim, tudo de bom.


Por mim, quero ver primeiro o porta-aviões ir ao fundo.

segunda-feira, março 03, 2008

Exerço a docência desde Outubro de 1974 e nunca me vi obrigada a ir manifestar-me à rua por questões de natureza profissional.


Sinceramente, sempre pensei que nunca seria necessário.

As agendas sindicais nunca conferiram com as minhas agendas profissionais ou vice-versa.

Saí à rua, ainda adolescente, para me manifestar contra a guerra colonial, onde ia perdendo um irmão, saí à rua, já jovem adulta, pelo regresso dos militares das colónias, saí à rua, há oito anos, por Timor.

Ao fim de 34 anos, já passaram pelo Ministério da Educação mais de 20 ministros, uns melhores que outros, uns mais controversos que outros, gostei mais de Roberto Carneiro que de Diamantino Durão, geri escolas, exerci todos os cargos possíveis, formei professores em início de carreira e já integrados nela, ensinei funcionários a fazer requisições, balancetes e ofícios, recebi, divertida, altos funcionários que se deslocavam a Escolas da periferia de Lisboa, calçados de botas altas, como se fossem à apanha da batata ou à vindima, acompanhei à terra um ex-aluno ainda jovem adulto, que soçobrou à dependência de drogas, trabalhei muito, estudei o que se sabe e mais do que isso, e nunca tive de ir manifestar-me à rua.

Em toda a minha vida profissional participei em duas ou três greves que me causaram enxaquecas monumentais, mazela a que não sou dada, em virtude do conflito ético em que me colocava ao fazê-las.

Aos cinquenta e seis anos vou à rua pela primeira vez por motivos profissioniais.

Sou contra as aulas de substituição? Não sou. Já o manifestei publicamente e por diversas formas.

Sou contra uma direcção escolar unipessoal? Não sou, nem penso que a gestão colectiva seja necessariamente melhor ou mais democrática que uma gestão unipessoal.

Sou contra a avaliação de desempenho? Não sou. Aliás, porque haveria de ser? O que não se consegue avaliar é ingerível.

Então porque é que, no próximo Sábado, vou à rua?


Eu acredito e entendo que os governos têm de ter uma agenda política, um programa e que os devem levar à prática com firmeza e determinação: o que não está certo é que queiram fazê-lo à custa das pessoas, contra as pessoas, apesar das pessoas, atropelando, espezinhando e humilhando as pessoas, pondo em causa princípios de rigor, de justiça, de bom-senso, desprezando as sucessivas chamadas de atenção dos profissionais, sobretudo daqueles que sabem o que dizem, e o dizem fundamentadamente.

Quando TODAS as vozes dos melhores profissionais a chamarem à atenção para o caminho sem regresso foram ignoradas, quando TODOS os sinais de retorno foram de desprezo e de arrogância, como se pode esperar agora que os profissionais retribuam com tranquilidade e confiança?

Este caminho está fechado.

sexta-feira, novembro 09, 2007


Ontem recebi as minhas insígnias doutorais
Foi giro.

quinta-feira, setembro 06, 2007

Que "isto de viver, ainda acaba mal"...

Tuttavia, "Cosi Fan Tutte"...


segunda-feira, agosto 20, 2007


Com toda a normalidade…

É como decorrem os concursos de professores: durante o mês de Agosto, com toda a originalidade, numa perspectiva “racionalmente” aritmética: rácio professor-aluno, independentemente do contexto social em que as escolas se inserem e das características individuais dos alunos, constantes alterações em termos de processos, de calendários e de procedimentos dos candidatos, enfim, um sistema macrocéfalo, impessoal, instável, interminável e irremediavelmente mal-funcionante, pelo menos desde que me conheço como professora e já lá vão trinta e tal anos.
Não admira pois que, no Eurostat, as estatísticas portuguesas relativas ao abandono escolar se mantenham igualmente numa estabilidade aterrorizadora. Isto, quando até no Chipre a taxa de literacia se situa nos 97,7%.
Será maldição?!?
Começa a ser embaraçosamente inexplicável.

sábado, julho 07, 2007

O novo estatuto do aluno (I)

Do novo estatuto do aluno se diz que um dos princípios que orientam as alterações propostas se prende com o reforço da responsabilidade dos pais e encarregados de educação.

De todos os princípios, este parece-me o mais difícil de operacionalizar.

Este reforço passa pela maior exigência com o controlo, a prevenção e os efeitos da falta de assiduidade dos alunos.

Sabemos que a sociedade portuguesa dispõe de poucos mecanismos de controlo e prevenção da falta de assiduidade dos alunos, porque tal exigiria uma intervenção mais sistemática dos serviços sociais, e de legislação responsabilizante, conforme os modelos de outras sociedades.

Como é que efectivamente esta exigência se operacionaliza, então?

sexta-feira, julho 06, 2007



O blogue da semana

Esta semana escolho o Opiáceo Educacional. Pelas duas entradas de quinta e de sexta-feira, em que propõe fundamentadamente "a exumação de cadáveres como método para contratar professores" e alvitra que "mesmo no caixão, ainda estaremos aptos para leccionar".
Na melhor tradição do escárnio e mal-dizer.
(Não estivessem por trás situações reais que implicam tanto sofrimento...)

sábado, junho 30, 2007

Fazer bem

É o que o Público faz hoje ao denunciar a iniquidade:


CANDIDATA A PROFESSORA TITULAR PREJUDICADA POR SER MÃE
porque:
  • A função da maternidade é essencial à sobrevivência das sociedades.
  • Nenhuma mulher, numa sociedade inclusiva, justa e democrática pode ser prejudicada no exercício da função social da maternidade.
  • Porque este caso ilustra à exaustão a TENDÊNCIA DE MORTE que percorre toda a legislação que sustenta a situação relatada.
  • Porque numa EUROPA que tem de ser o bastião firme de justiça, de liberdade, da inclusividade, da equidade, estas situações NÃO PODEM ACONTECER.

sexta-feira, junho 29, 2007



Bem convidar...

O prometido é devido. Convido a Vida de stora a vir passar um dia comigo a Oeiras e nomeio o seu blogue vencedor absoluto na categoria de:

Blogue dos vegetais verdes.

Entretanto, temos de organizar um encontro de professores blogueiros, nem que seja por regiões.

quinta-feira, junho 28, 2007

A bem dizer e para bem pensar...

Ensinar a pensar criticamente


Uma boa aprendizagem decorre de um ensino substantivo que induz os estudantes a apropriarem-se dos princípios e conceitos básicos da matéria que estudam. São, por isso, necessárias estratégias de ensino enraizadas numa perspectiva de pensamento crítico. Esta perspectiva exige que tenhamos em conta as fragilidades dos formatos didácticos tradicionais. São necessárias estratégias que induzam os estudantes a pensar activamente no âmbito dos conceitos e princípios que estão a aprender, o que só se consegue se os professores forem formados nesta filosofia pedagógica.
Aproveito a oportunidade para cumprimentar publicamente João Santos, professor de Filosofia da Escola Secundária Sebastião e Silva, porque ele ensina os seus alunos a pensar criticamente. Não pode, naturalmente, é dizer que é velho, por uma razão única: é que fomos contemporâneos na licenciatura...

quarta-feira, junho 27, 2007



A bem dizer...

Já aqui me referi a Celestino Coutinho, numa entrada de 22 de Outubro último. Volto a referi-lo hoje, à sombra do bem dizer:

Celestino Coutinho lidera um dos mais antigos e interessantes grupos escolares que conheço, marcados pela curiosidade e divulgação científica, pela dedicação à investigação de campo e à paleontologia.

No seu GRUPO DE PALEONTOLOGIA podemos encontrar muita informação sobre este projecto que já movimentou milhares de alunos e constitui uma das imperdíveis actividades do programa Ciência Viva.


Algumas informações úteis:
GRUPO DE PALEONTOLOGIA
Coordenador:
Celestino Coutinho

info@eb23-paco-arcos.rcts.pt
paleogrupo@gmail.com
http://oficina.cienciaviva.pt/~pw011




A bem dizer...


Encontrei o blogue da Marina através do Canto do Vento. Numa das últimas entradas, a Marina diz assim:

"A Escola. Uma grande parte de mim.No entanto, raramente falo dela neste meu sítio.Não porque quero, de forma alguma, esconder dos outros esse Universo que é para mim de tão grande importância, mas porque prefiro, na maioria das vezes, protegê-lo da exposição pública que este meu blog proporciona.Diversas vezes tive vontade de escrever aqui algumas linhas sobre o meu modo de sentir e viver a Escola. Hoje, depois de ler aqui o texto da Matilde, com quem tantas vezes partilhei opiniões, dúvidas, tristezas e esperanças, achei que era o momento."

Pois o que eu pedia à Marina é que escrevesse sobre a escola, sobre a relação pedagógica, esse universo que a investigação diz ser tão difícil de descrever. Não só pelo universo em si, mas também pelo que esta escrita nos pode iluminar sobre a profissionalidade docente, nas suas mais diversas dimensões e componentes.
O material que vamos deixando na net pode ser fonte de inspiração para projectos de investigação de outros colegas que se interessem por estas áreas de investigação. Sobre outros universos qualquer pessoa pode escrever, sobre o mundo da escola, os professores estão numa posição privilegiada e única.
Além disso, se a Escola é uma grande parte de nós, então, o melhor mesmo é que nos entendamos com ela, que a descrevamos, que a perscrutemos, como forma de nos entendermos a nós próprios.



A bem dizer...
Posted by PicasaJá aqui vos falei de Manuel Russo.
O Manuel Russo, da Escola Secundária Augusto Cabrita, mandou-me uma colecção de fotografias de uma visita de estudo que recentemente fez à Grécia com os seus alunos, no âmbito de um intercâmbio escolar.
Em Salónica, desenvolveram diversas actividades de folclore, danças, música e canções tradicionais.
Para além das fotografias típicas da paisagem, dos monumentos, da comida e da bebida gregas, as fotos revelam a vivência de momentos intensos, alegres, comoventes, que certamente nenhum dos participantes jamais olvidará.
Como não posso colocar na net fotografias de menores sem a respectiva autorização, escolhi esta.

terça-feira, junho 26, 2007



A bem dizer...


Maria da Assunção Themudo Caldeira Cabral é Licenciada em Filologia Românica e Mestre em Linguística Portuguesa. Ao longo da sua carreira exerceu, juntamente com a função docente, as seguintes funções: orientadora pedagógica; coordenadora do grupo de trabalho «Escolas» do Projecto Minerva da Fac. de Ciências de Lisboa; foi assistente do núcleo de Avaliação da Universidade Aberta; tem colaborado com o GAVE para as provas aferidas do Ensino Básico; tem sido formadora da Malha Atlântica e co-autora de cursos on-line para professores do Ensino Secundário e do Básico;foi orientadora e co-autora do projecto on-line «DidaTIC», co-autora do CD «A Cidade do Faz de Caso»; consultora e/ou colaboradora em projectos da comunidade europeia que envolvem e-learning (S2-Net; Forcopar), é , é consultora de e-learning e construtora de materiais didácticos, num projecto europeu (Eurocultures, Bruxelas); integra a Bolsa de Avaliadores no Sistema de Avaliação, Certificação e Uso de Software para a Educação e Formação (projecto Sacausef) da DGIDC.
Integra esta equipa do GramaTICa.
Tem concebido, em equipa com Filomena Viegas e João Paulo Videira materiais didácticos para o ensino da Língua Portuguesa. É co-autora do projecto NAVEGAR NO PORTUGUÊS.




A bem dizer...



Eu hoje vou dizer bem de Filomena Viegas.
Coordenadora dos projectos DidaTIC e gramáTICa e co-autora do NAVEGAR NO PORTUGUÊS, Programa de formação de professores de Português do Ensino Secundário.



O programa Navegar no Português inscreveu-se no Projecto Falar - Formação de Acompanhantes Locais do Programa Ajustado de Português do 10º. e 11º. Anos de Português do Ensino Secundário e foi a primeira experiência exclusivamente portuguesa de formação on-line de professores de Português .
Este programa foi planeado e executado por iniciativa do Departamento do Ensino Secundário do Ministério da Educação, em colaboração com a Associação de Professores de Português.
A primeira acção ocorreu durante o ano de 1998, ainda na modalidade presencial. Em 1999, optou-se por realizar a acção on-line. Seguiram-se outras acções em 2000, 2001 e 2002, que visavam treino de actividades didácticas adequadas a uma gestão global dos programas do 11º. Ano de Português.

Os objectivos deste programa de formação foram assim definidos:
- criar uma "rede" de recursos humanos e materiais a nível nacional;
- promover a actualização de professores de Português, através da experimentação de ambientes educativos com novas tecnologias, de acordo com as directrizes da União Europeia sobre a "formação permanente e ao longo da vida";
- apoiar os professores de Português na leccionação dos Programas;
- uniformizar terminologias a nível do Ensino Básico e Secundário;
- estabelecer metodologias e actividades adequadas ao ensino dos programas ajustados;
- proporcionar recursos que contemplem, não apenas os conteúdos tradicionais, mas ainda conteúdos de desenvolvimento pessoal e social e de educação para a cidadania.

(Fonte: Relatório do Projecto FALAR, Novembro de 1998).
Este programa de formação baseou-se, na convicção dos seus autores, do departamento promotor e da Associação de Professores de Português, de que teria de haver uma preocupação com a formação dos professores dos ensinos básico e secundário, no sentido de os habilitar a utilizar as novas tecnologias da informação no desenvolvimento do currículo, apetrechando-os com as competências tecnológicas necessárias à gestão eficaz dos programas das disciplinas curriculares.
O projecto envolveu milhares de professores de todo o continente e constituiu o objecto das minhas teses de mestrado e de doutoramento.

quinta-feira, junho 21, 2007

Semana do BEM DIZER
25 de Junho a 1 de Julho
Já para a semana!
Meu Deus, o que eu tenho para dizer!!!
Irá caber tudo???
Bom, já despachei várias notícias, é o que me vale!