Mostrar mensagens com a etiqueta beloved ones. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta beloved ones. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 02, 2008

O blogue está encerrado sine die, porque eu estou de luto pelo meu filho mais velho.

















sexta-feira, julho 13, 2007

Dos irmãos e dos primos
A propósito do tema Educação para o optimismo, que já aqui abordei, andava há dias para fazer uma entrada sobre o enorme recurso emocional que constituem todas as recordações de infância e de juventude que nos unem aos nossos irmãos e aos nossos primos. Com eles partilhamos, as primeiras brincadeiras, as zangas, os segredos, as nossas dúvidas, a nossa curiosidade e os nossos conhecimentos, na adolescência, quando novas perspectivas se abrem, com eles partilhamos tudo o que não somos capazes, por uma razão ou por outra, de partilhar com os adultos, numa rede de laços e de recursos que sustentam, pela vida fora, todos os momentos difíceis que temos de viver.
Se não fosse a iniciativa do blogue que todos lemos, para onde já mandei um exemplar tão antigo que todo o risco é zero, esta entrada de hoje ficaria, provavelmente, adiada sine die, em virtude das muitas obrigações que, de momento, me pressionam.
Um pequeno problema: não vou ter tempo de ir à procura das fotografias dos outros, para não ferir susceptibilidades, mas neste momento, todos os meus primos estão no meu coração, nos meus sentidos, nas minhas mais profundas emoções e recordações e por idades: a Zé, o João, a Ângela Maria, o Rogério Paulo, o Alcides, O Zé Manel, primo, e o Miguel Ângelo, que foi o primeiro a deixar-nos. E os irmãos: Ana Maria e José Manuel, que também já partiu.
Um apontamento sobre esta fotografia: Dezembro de 1959. Acompanham-me os meus irmãos e a minha prima Zé. Eu estou a meio da tabela etária, espantada com o corte radical do meu rabo de cavalo. Destaco-me, pela forma um pouco blunt de cruzar as pernas, ao contrário da elegância das outras duas. A minha irmã, a mais velha do grupo, sempre de sabrinas, em pleno Inverno, para, em qualquer momento, treinar o seu gosto intenso pelo ballet. E onde está Wallie com o seu ar de tótó de sempre? Ficar-lhe-ia mesmo a matar o "selo" de Daniel Sampaio: cromo de estudo. Rigorosa descrição.

sábado, junho 23, 2007

Mantendo a corrente proposta por Miguel Pinto

Filhos . . . Filhos?

Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete . . .




Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los . . .
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!

Vinícius de Moraes
(mantive a ortografia original)

terça-feira, junho 12, 2007

Happy Birthday, Charlie!
My dearest nephew, I can hardly believe you're already 18! In not much longer than a month we'll meet again; and we'll talk and laugh together; and we will celebrate the occasion with (some portuguese) wine and cheerful words.
I can hardly endure waiting...

sábado, junho 09, 2007

Mulheres
Mais um papel social me aguarda dentro de meses, o de tia-avó de duas novas mulheres. É que mal posso esperar!
(Este é também um contraponto ao universo supermasculino de um dos blogues meus favoritos: o de José Matias Alves)
Posted by Picasa:)

sexta-feira, junho 01, 2007

Um poema de namoro, escrito há alguns anos:

A tarde começava exactamente
no brilho dos teus olhos
e estendia-se muito azul
pelo mar inquieto à nossa frente

Palavras não ditas,
suspensas no voo calmo das gaivotas
rasavam os minutos
cantados de onda a onda

E as mãos do Sol partiam
quentes dos nossos ombros
e desenhavam na areia molhada
o calor dos nossos corpos

quarta-feira, maio 09, 2007

Posted by PicasaMemória
Um retrato, com fundo de paisagem beirã, áspero o granito, ar limpo e leve, menina-pequenina-com-bibe–branco- de-folhos-e-história-de-branca-de -neve-e-sete-anões-bordada pela tia Maria Celeste, ladeada pelos avós maternos, Manuel e Palmira, fortalezas-guardiãs, anjos da guarda eternos.

segunda-feira, abril 23, 2007

E quem disse que os jovens não vivem Abril?!?
Inês Jorge, Rossio, 25 de Abril de 2005
Posted by Picasa

quinta-feira, abril 19, 2007

May God protect you and guide your way back home!Posted by Picasa


Deus seja louvado!

O meu sobrinho Paul Jonathan acaba de sair do Iraque.
Nephew coming back from Iraq.

Ó Senhor, nosso Deus, como é glorioso vosso nome em toda a terra!

O LORD, our Lord, how majestic is your name in all the earth! You have set your glory above the heavens. (S8)


Toquem melodias de louvor com a harpa, com a lira.

Praise the LORD with the harp; make music to him on the ten-stringed lyre. (S33)

Que a Terra inteira cante ao Senhor com toda a alegria.

Shout joyfully to God, all the earth; Sing the glory of His name; (66)

É agradável louvar o Senhor, cantar louvores àquele cujo nome está sobre tudo quanto existe.
Dizer, logo de manhãzinha, como ele é bom; e no silêncio da noite afirmar como ele é um Deus fiel.

It is good to give thanks to the LORD And to sing praises to Your name, O Most High;

To declare Your lovingkindness in the morning (S92)

Cantem ao Senhor um cântico novo; cantem-no os habitantes da Terra inteira.

Sing to the LORD a new song; Sing to the LORD, all the earth. (S96)

Oh, minha alma, louva o Senhor!

Que todas as fibras do meu ser exultem, louvando o santo nome de Deus!
Oh, minha alma, louva o Senhor!

sem esquecer nenhuma das coisas boas que tem feito por mim!

Bless the LORD, O my soul, And all that is within me, bless His holy name. Bless the LORD, O my soul, And forget none of His benefits; (S103)